''Não há fatos eternos, como não há verdades absolutas.'' Friedrich Nietzsche “Eu e o amigo que indiquei na empresa assistimos, calados, o caminhoneiro saindo no soco com o segurança. 'Isso sim é UFC raiz,' pensei. Claro que fomos demitidos no dia seguinte, mas, sério, valeu cada minuto.” Após o anúncio da morte do avô, o tio sumido há 13 anos apareceu. Primeiro para "dar apoio". Logo depois, descobrimos: ele também veio pelo terreno, de olho naquela parte da herança que nem avô sabia que tinha. Pedi o clássico podrão da cidade. Ao chegar o hambúrguer, encarei a maionese azul e verde. *“Nem o Monet usava esses tons,”* pensei. Comi mesmo assim. Se Monet via coisas, quem sabe eu também? O amigo chorava e soluçava. Me vi na obrigação de consolar: “Calma lá, meu parceiro, você não é completamente inútil… serve, pelo menos, como mal exemplo.” Ele parou de chorar. Para me bater. Minha avó aprendeu a mexer n...
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