''Não importa se somos fortes, traumas sempre deixam cicatrizes.''
A casa estava mergulhada na quietude da noite quando Beto, um garoto de apenas nove anos, ajudava seus pais a recolher os pratos após o jantar. Era uma daquelas noites comuns em que a família se reunia em torno da mesa, compartilhando risos e histórias do dia. Mas essa rotina seria abruptamente quebrada por algo que nenhum deles jamais esperava.
Enquanto guardava os talheres na gaveta da cozinha, um estrondo repentino fez seu coração disparar. Antes que pudesse entender o que estava acontecendo, a porta da frente foi arrombada e três homens mascarados invadiram a casa, cada um deles segurando uma arma.
O terror se instalou na sala de jantar quando os ladrões começaram a ameaçar sua família . Seus pais foram forçados a ficar de joelhos enquanto os criminosos exigiam dinheiro e objetos de valor. A criança, petrificado de medo, mal conseguia entender o que estava acontecendo. Seus olhos se arregalaram de pavor quando uma das armas foi apontada em sua direção.
A situação só se acalmou quando a polícia chegou, mas o alívio foi efêmero. Quando os agentes perguntaram se havia armas na casa, o jovem, tomado pelo medo, mencionou a existência de uma. Seu pai, desesperado para proteger a família, tentou silenciá-lo com gestos frenéticos. Mas era tarde demais.
A confissão deixou os policiais em alerta máximo. Enquanto reviravam a casa em busca da suposta arma, a tensão pairava no ar como uma nuvem negra. Por fim, encontraram o objeto mencionado pelo menor. Não passava de um simples brinquedo, mas o estrago já estava feito.
Desde aquele incidente, ele nunca mais foi o mesmo. O medo o consumia a cada instante, especialmente durante a noite. Antes de se deitar, ele meticulosamente verificava todas as fechaduras da casa, certificando-se de que estavam trancadas.
Mas mesmo com todas as precauções, o destino cruel o alcançou em uma manhã de domingo. Enquanto seus pais estavam na igreja e ele se recuperava de uma gripe, tiros ecoaram no apartamento ao lado. Beto ouviu vozes exaltadas seguidas por um silêncio sinistro.
O garoto, impulsionado por uma mistura de curiosidade e temor, abriu a porta para investigar. O que viu o fez congelar no lugar. Um rio vermelho de sangue escorria debaixo da porta do apartamento vizinho, uma prova inegável de que a violência havia invadido seu próprio santuário.
O terror se instalou na sala de jantar quando os ladrões começaram a ameaçar sua família . Seus pais foram forçados a ficar de joelhos enquanto os criminosos exigiam dinheiro e objetos de valor. A criança, petrificado de medo, mal conseguia entender o que estava acontecendo. Seus olhos se arregalaram de pavor quando uma das armas foi apontada em sua direção.
A situação só se acalmou quando a polícia chegou, mas o alívio foi efêmero. Quando os agentes perguntaram se havia armas na casa, o jovem, tomado pelo medo, mencionou a existência de uma. Seu pai, desesperado para proteger a família, tentou silenciá-lo com gestos frenéticos. Mas era tarde demais.
A confissão deixou os policiais em alerta máximo. Enquanto reviravam a casa em busca da suposta arma, a tensão pairava no ar como uma nuvem negra. Por fim, encontraram o objeto mencionado pelo menor. Não passava de um simples brinquedo, mas o estrago já estava feito.
Desde aquele incidente, ele nunca mais foi o mesmo. O medo o consumia a cada instante, especialmente durante a noite. Antes de se deitar, ele meticulosamente verificava todas as fechaduras da casa, certificando-se de que estavam trancadas.
Mas mesmo com todas as precauções, o destino cruel o alcançou em uma manhã de domingo. Enquanto seus pais estavam na igreja e ele se recuperava de uma gripe, tiros ecoaram no apartamento ao lado. Beto ouviu vozes exaltadas seguidas por um silêncio sinistro.
O garoto, impulsionado por uma mistura de curiosidade e temor, abriu a porta para investigar. O que viu o fez congelar no lugar. Um rio vermelho de sangue escorria debaixo da porta do apartamento vizinho, uma prova inegável de que a violência havia invadido seu próprio santuário.
INSPIRAÇÃO
A ideia central para esse texto pode ser observada logo embaixo. É
uma ideia nova, uma pessoa com ''toc'' após passar por um grande trauma na infância. Enfim, caro leitor (a), espero
que sua leitura seja prazerosa!
OBS: Ouvi recentemente tal fato de uma pessoa em pública (relatou para demais), considerei tão intrigante o fato, que seria impossível não criar um conto!

Adorei o texto. Parabéns abordagem pelo tema.
ResponderExcluirÓtimo texto, tema atual e de importante reflexão.
ResponderExcluirGabriel, parabéns pelo excelente texto. Você tem muito talento. Espero em breve ver um livro seu publicado. Um forte abraço. Gilbert Di Angellis.
ResponderExcluirÓtimo texto , muito bem escrito !
ResponderExcluirTexto bem atual .
Ótimo texto,muito bem escrito!
ResponderExcluirTexto bem atual .