"O crime é como uma teia intricada, tecida com mentiras e segredos,
esperando pacientemente pelo momento em que um detetive habilidoso a
desenredará completamente, expondo a verdade obscura que se esconde por
trás." - Agatha Christie
Era uma noite chuvosa e fria, típica das histórias sombrias que se ouviam nos cantos mais obscuros da cidade. No interior de um veículo escuro, o motorista de aplicativo seguia pelas ruas escuras, procurando sua próxima vítima. Seus olhos escondidos sob a sombra de um chapéu, e sua mente distorcida estava determinada a disseminar o terror.
Em um beco solitário, uma jovem chamada Isabella esperava por seu transporte. Ela estava voltando para casa após um longo dia de trabalho. A chuva batia pesadamente em sua capa de chuva, mas seus pensamentos eram de alívio ao ver o carro se aproximando.
Entrou no veículo e de imediato percebeu que algo não estava certo. A atmosfera no interior do carro era sufocante, a visão limitada pelas películas escuras nas janelas. Ela decidiu iniciar uma conversa para quebrar o silêncio desconfortável.
Em um beco solitário, uma jovem chamada Isabella esperava por seu transporte. Ela estava voltando para casa após um longo dia de trabalho. A chuva batia pesadamente em sua capa de chuva, mas seus pensamentos eram de alívio ao ver o carro se aproximando.
Entrou no veículo e de imediato percebeu que algo não estava certo. A atmosfera no interior do carro era sufocante, a visão limitada pelas películas escuras nas janelas. Ela decidiu iniciar uma conversa para quebrar o silêncio desconfortável.
"Está uma noite terrível, não acha?", disse ela, tentando ignorar o frio que percorria sua espinha.
O motorista respondeu com uma voz calma, mas gélida: "Sim, noites assim podem ser perigosas para as pessoas que estão sozinhas por aí. Felizmente, você não está sozinha, não é mesmo?"
Aquelas palavras eram o suficiente para alertar a jovem. Ela sentiu o perigo iminente, mas estava presa no carro, rumo a um destino desconhecido. Tentou mandar uma mensagem para sua família, mas o celular não tinha sinal. O medo consumia-a cada vez mais à medida que o carro se distanciava das ruas iluminadas da cidade e adentrava uma densa floresta.
Desviou a conversa para perguntas sobre a família, investigando se havia alguém esperando por ela em casa. Ela, instintivamente, mentiu, dizendo viver sozinha. As palavras pareciam alimentar o prazer mórbido do assassino.
"Que pena, minha cara. Pessoas sem família são tão solitárias...", ele disse, com um toque de sarcasmo em sua voz perturbadora.
A mulher percebeu estar numa situação desesperadora. Tentou abrir a porta do carro, mas estava trancada. O coração batia forte enquanto ela imaginava o que estava prestes a acontecer.
O assassino parou o carro na beira da floresta, onde nenhum sinal de vida poderia ser encontrado por quilômetros. Com movimentos calculados e sinistros, ele forçou Isabella a sair do veículo e segui-lo em meio às árvores sombrias.
A floresta era um labirinto de desespero, e ela sabia que não havia como escapar. Seus gritos ecoaram sem resposta, e o assassino saboreava cada momento da agonia que impunha às suas vítimas.
Dias se passaram, e as notícias de mulheres desaparecidas se espalhavam pela cidade. A polícia estava determinada a encontrar o serial killer, mas ele parecia escapar de qualquer suspeita, deixando rastros mínimos.
Até que um dia, o pai de uma das vítimas, Daniel, decidiu agir por conta própria. Ele era um ex-militar, cuja dor pela perda da filha tornou-se combustível para sua sede de justiça. Ele seguiu as pistas obscuras, as mesmas que a polícia havia deixado passar despercebidas, e chegou à identidade do assassino.
Em uma noite escura como as anteriores, o pai confrontou o serial killer. Em um embate desesperado, cercado pela escuridão da floresta, conseguiu subjugar o assassino, e com um olhar de fúria e dor, ele o esfaqueou repetidamente, assim como suas vítimas haviam sido, sangue vermelho muito negro formou uma grande poça de sangue, antes de terminar o serviço, abaixou até próximo do ouvido e falou muito baixo "Esse é o destino que você mesmo desenhou, agora espero que queime no inferno!''
O motorista respondeu com uma voz calma, mas gélida: "Sim, noites assim podem ser perigosas para as pessoas que estão sozinhas por aí. Felizmente, você não está sozinha, não é mesmo?"
Aquelas palavras eram o suficiente para alertar a jovem. Ela sentiu o perigo iminente, mas estava presa no carro, rumo a um destino desconhecido. Tentou mandar uma mensagem para sua família, mas o celular não tinha sinal. O medo consumia-a cada vez mais à medida que o carro se distanciava das ruas iluminadas da cidade e adentrava uma densa floresta.
Desviou a conversa para perguntas sobre a família, investigando se havia alguém esperando por ela em casa. Ela, instintivamente, mentiu, dizendo viver sozinha. As palavras pareciam alimentar o prazer mórbido do assassino.
"Que pena, minha cara. Pessoas sem família são tão solitárias...", ele disse, com um toque de sarcasmo em sua voz perturbadora.
A mulher percebeu estar numa situação desesperadora. Tentou abrir a porta do carro, mas estava trancada. O coração batia forte enquanto ela imaginava o que estava prestes a acontecer.
O assassino parou o carro na beira da floresta, onde nenhum sinal de vida poderia ser encontrado por quilômetros. Com movimentos calculados e sinistros, ele forçou Isabella a sair do veículo e segui-lo em meio às árvores sombrias.
A floresta era um labirinto de desespero, e ela sabia que não havia como escapar. Seus gritos ecoaram sem resposta, e o assassino saboreava cada momento da agonia que impunha às suas vítimas.
Dias se passaram, e as notícias de mulheres desaparecidas se espalhavam pela cidade. A polícia estava determinada a encontrar o serial killer, mas ele parecia escapar de qualquer suspeita, deixando rastros mínimos.
Até que um dia, o pai de uma das vítimas, Daniel, decidiu agir por conta própria. Ele era um ex-militar, cuja dor pela perda da filha tornou-se combustível para sua sede de justiça. Ele seguiu as pistas obscuras, as mesmas que a polícia havia deixado passar despercebidas, e chegou à identidade do assassino.
Em uma noite escura como as anteriores, o pai confrontou o serial killer. Em um embate desesperado, cercado pela escuridão da floresta, conseguiu subjugar o assassino, e com um olhar de fúria e dor, ele o esfaqueou repetidamente, assim como suas vítimas haviam sido, sangue vermelho muito negro formou uma grande poça de sangue, antes de terminar o serviço, abaixou até próximo do ouvido e falou muito baixo "Esse é o destino que você mesmo desenhou, agora espero que queime no inferno!''
INSPIRAÇÃO
A ideia central para esse texto pode ser observada logo embaixo. É
uma ideia nova, basicamente foquei em criar um texto curto sobre um serial killer, abordando o terror psicológico e um drama atual que aflige muitas mulheres. Enfim, caro leitor (a), espero
que sua leitura seja prazerosa!
Ps:
A imagem do conto foi criado por intermédio de uma IA, Dreamstudio,
digitei "forest serial killer kills in app car" e obtive esse resultado.
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Parabéns pelo texto, amor, estou ansiosa pelos próximos.
ResponderExcluirÓtimo texto 👏
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