''A sorte não existe. Aquilo a que chamas sorte é o cuidado com os pormenores.'' Winston Churchill João vivia uma vida aparentemente comum, mas havia algo peculiar sobre ele: a sorte sempre o protegia, afastando a morte de seu caminho de forma tão mirabolante que beirava o cômico. Ele não sabia o porquê, mas, de alguma forma, parecia que o universo tinha um contrato secreto com ele, garantindo que, por mais perigosas ou absurdas que fossem as situações, João sempre sairia ileso. Certa manhã, acordou atrasado para o trabalho. Correu para o banheiro, escovou os dentes em um ritmo frenético, mas, ao sair, tropeçou na quina da porta. Despencou em direção ao chão, mas, num piscar de olhos, um dos chinelos que ele havia jogado descuidadamente no chão durante a noite amorteceu a queda de sua cabeça, fazendo-o desviar por centímetros de bater com força no piso. "Ufa, essa foi por pouco", pensou, sem dar muita importância, já acostumad...
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