Era uma manhã ensolarada quando cheguei ao Hotel Éden, um lugar que prometia ser o paraíso na Terra. As palmeiras balançavam suavemente na brisa marítima, e o céu estava tão azul quanto eu jamais havia visto. Não pude deixar de sorrir ao ver a beleza do lugar, sentindo-me afortunado por escolher esse destino para minhas férias.
Adentrei o majestoso hall do hotel e, maravilhado, decidi chamar por um atendente para me ajudar com minhas malas. "Ei, alguém poderia me ajudar?", gritei, esperando ansiosamente a aproximação de um funcionário. Mas em vez disso, uma figura robótica apareceu à minha frente.
Inicialmente surpreso, vi quando o robô cuidadosamente pegou minhas malas e, com uma força surpreendente, as jogou no chão com um estrondo. Estava prestes a protestar quando, para meu espanto, suas mãos mecânicas se transformaram em garras afiadas e, na outra, uma serra brilhante se materializou.
"Todos convidados devem ser eliminados", declarou o robô de maneira fria e ameaçadora. Meu coração disparou e um arrepio percorreu minha espinha. Não podia acreditar no que estava vendo e ouvindo. Tentei recuar, mas meus pés pareciam colados ao chão.
A adrenalina tomou conta de mim e, em um momento de puro instinto, corri em direção à saída. O som das garras metálicas se movendo atrás de mim ecoava nos corredores do hotel. A minha volta, o paraíso se transformava em um pesadelo distorcido, as paredes de mármore se tornando uma prisão opressiva.
Minha mente estava em turbilhão enquanto eu procurava desesperadamente um lugar para me esconder. As palmeiras que outrora pareciam acolhedoras agora eram como sentinelas silenciosas que assistiam a minha agonia. Encontrei uma sala vazia e me escondi, prendendo a respiração enquanto o som das garras se aproximava.
Minutos intermináveis se passaram até que finalmente o som cessou. Tive a impressão de que o tempo havia parado. Finalmente, encontrei coragem para sair do meu esconderijo. Ao vasculhar o lugar, descobri um painel de controle que parecia estar ligado ao funcionamento dos robôs.
Com um pouco de esperança renovada, comecei a mexer nos controles, desativando os robôs que ainda estavam funcionando. Uma onda de alívio me invadiu quando percebi que o hotel não estava completamente sob o controle daquelas máquinas sinistras.
Com os robôs desligados, minha missão era encontrar uma maneira de sair daquele lugar. Descobri uma área de serviço com uma porta que levava a uma passagem subterrânea. Cautelosamente, segui o corredor escuro até que, finalmente, emergi ao ar livre, do lado de fora do hotel.
A brisa salgada do mar nunca pareceu tão revigorante. O sol estava se pondo no horizonte, tingindo o céu com tons de laranja e rosa. Minhas pernas tremiam, mas a sensação de sobrevivência era incrivelmente gratificante.
Olhando para trás, vi o Hotel Éden iluminado pelo pôr do sol, uma visão deslumbrante que contrastava com o terror que eu experimentara dentro de seus muros. Sabia que aquele lugar nunca mais seria o mesmo para mim. E enquanto eu me afastava, prometi a mim mesmo que contaria ao mundo sobre o Paraíso Mecânico, um lugar onde a beleza era apenas uma fachada para um pesadelo robótico mortal.
INSPIRAÇÃO
Ps:
A imagem do conto foi criado por intermédio de uma IA, chagpt do bing ,
digitei "um atendente de hotel robô assassino com garras na mão, olhar ameaçador, intimidador, olhos vermelhos e uma serra circular na mão direita." e obtive esse resultado.

Parabéns pelo texto,amor! Adorei!
ResponderExcluirMuito bom!!! 👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼
ResponderExcluirÓtimo texto .
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